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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

CONVERTIDO POR UM OLHAR




Ator italiano que interpretou Barrabás em "A Paixão de Cristo" escolheu servir a Deus durante uma cena com o protagonista

Da Redação / Fotos: Itaca, Icon (Divulgação)
redacao@arcauniversal.com

Pode uma simples olhada mudar a vida de alguém? Segundo o ator italiano Pietro Sarubbi, sim. Ele interpretou o condenado Barrabás (na foto acima), a quem o povo escolheu anistiar e crucificar Jesus em seu lugar, no filme “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson.

Sarubbi era um homem de personalidade forte, que não temia desafios na profissão que escolheu desde a juventude. Quando garoto, fugiu de casa e pegou a estrada com a trupe de um circo. Com o passar dos anos, percorreu o mundo em busca de preencher o vazio espiritual que o afligia. Encerrou-se para ser instruído em artes marciais no mosteiro de Shaolin, na China. Em outro mosteiro, no Tibet, cumpriu voto de silêncio por 6 meses à procura de iluminação. Praticou meditação na Índia. Viveu por um tempo na rústica Amazônia (onde aprendeu português, que fala com facilidade). Como ator, trabalhou em várias peças de teatro e em filmes de tevê e cinema, italianos ou até de Hollywood – como “Capitão Corelli”, de 2001, com Nicolas Cage, Penélope Cruz e Christian Bale.
A despeito do longo caminho, chegou ao fim de sua busca pela paz quando foi escalado como Barrabás em 2003.
Encarando o chefe
O orgulhoso ator, ciente de seu talento, aceitou o papel, mas achava que podia conseguir algo melhor. Sem o menor temor, foi ter com Mel Gibson (foto ao lado, no set italiano). Queria um papel de mais peso. Queria ser o apóstolo Pedro, que julgava estar mais de acordo com ele.
Gibson, que já provara seu talento na direção com “Coração Valente”, o que lhe valeu dois Oscars (melhor ator e melhor filme na premiação de 1996), é famoso por se aprofundar nas pesquisas para seus filmes e ser bem decidido em suas escolhas de elenco. Para “A Paixão...”, baseou-se na aparência dos personagens em clássicas pinturas, como as de Caravaggio, e tinha seus Pedro e Barrabás bem formatados em sua mente. Não deu o papel dorústico “pescador de homens” a Sarubbi.
O ator italiano não quis se dar por vencido. Sugeriu ao diretor, então, que tivesse mais falas, o que lhe garantiria mais destaque na trama, ainda que sua aparição fosse breve.
Novamente, o “Máquina Mortífera” Gibson disse “não”. Para ele Barrabás não tinha mais voz, não tinha o que dizer. O diretor e produtor, que enfrentou a implacável indústria hollywoodiana para lançar seu filme (o que lhe rende dissabores até hoje), explicou melhor ao insistente intérprete: Barrabás não era simplesmente um bandido. Ele descendia de uma nobre linhagem de Zelotes. Foi preso por anos e, torturado, curvou-se ao sofrimento e tornou-se praticamente um animal, uma besta. “Ele usou todo o seu fôlego para gritar contra as inúmeras injustiças que sofreu”, explicou Gibson a Pietro. “Como a besta que se tornou, não tem mais palavras. Ele se expressa com o olhar. Por isso eu escolhi você, após muita pesquisa, para ser o meu Barrabás. Você deve parecer um animal selvagem e, ao mesmo tempo, alguém que olhe no fundo de seus olhos pode enxergar um ser humano bom. E esse alguém é Jesus. Só Ele vê, no fundo do olhar e do coração de Barrabás, que existe lá dentro algo que pode ser salvo. Mesmo que ninguém mais veja isso, Ele vê.”
Vencido pelos argumentos do chefe, Pietro não mais insistiu. Contudo, ainda se sentia desconfortável pelo papel. Até que viu o colega Jim Caviezel, que interpretou Jesus, antes da cena em que o povo perdoava Barrabás e condenava o Messias.
Dignidade
Caviezel conseguira o papel principal, que muitos atores desejavam, pelo desafio profissional que representava. Sarubbi viu o jovem já com cabelos longos, sem agasalho e pés descalços, no frio, pacientemente esperando sua vez de entrar em cena, concentrado. Podia muito bem ter reivindicado os privilégios de astro principal, como um trailer aquecido perto do set, mas estava ali, como todos os outros.
O ator estava caracterizado como Cristo, já com a maquiagem simulando as agressões sofridas. Embora muito sujo e com frio, Pietro viu muita dignidade e humildade no rapaz. Aquilo o impactou.
Pela primeira vez, ele mesmo, já caracterizado como Barrabás, barbudo, imundo e maltrapilho, descalço, também sentindo na pele o frio da Itália, sentiu seu personagem.

Primeiro olhar
Sarubbi viu Caviezel de longe, e ficou nisso mesmo, por um tempo, pois o diretor lhe dera uma ordem. Gibson disse que, mesmo quando estivessem perto, Pietro deveria evitar olhar o rosto do colega. “Eu quero que as pessoas percebam o impacto de Barrabás quando Jesus o fitar. Então tem mesmo que parecer o primeiro olhar, a surpresa. Aconteça o que acontecer, só olhe para Jim na hora certa que está no script. Quero que o seu olhar seja o daquele que vê Jesus pela primeiríssima vez. Barrabás é como um cão feroz, mas se torna um filhotinho quando encontra o Filho de Deus e é salvo.”

“Ação!”. Grita o diretor. Barrabás clama ao povo, grunhindo, por perdão. Mostra um riso nervoso, que demonstra ao mesmo tempo aflição e malandragem. Quase vai ao delírio ao se ver livre após tanto tempo, com prazer e desdém. Até que Jesus o encara, ternamente.

Finalmente Pietro olhou Caviezel no rosto, diretamente. Mas não foi exatamente a quem viu.
“Quando nossos olhos se cruzaram, foi um grande impacto. Senti como se houvesse uma corrente elétrica entre nós. Era como se eu não visse Jim Caviezel, mas olhasse para o próprio Jesus.”
A partir daquele momento, a vida do ator italiano nunca mais seria a mesma.
Nova criatura
Pietro converteu-se e aplicou a sua fé a todos os aspectos de sua vida. No relacionamento com a esposa e os quatro filhos. No trabalho. No caráter. O ator narra isso no livro que escreveu para falar de seu renascimento como filho de Deus, Da Barabba a Gesù – Convertito da uno sguardo (“De Barrabás a Jesus – Convertido por um olhar”).
Hoje, o ator é um homem dedicado à família. De vez em quando, veste-se como palhaço para divertir e dar muito carinho a crianças de orfanatos. Dá aulas em escolas para atores e para executivos que precisam falar bem em público. Em todos os lados de sua vida imprime sua fé. “Utilizo o que chamo de ‘o método do guerreiro, do sacerdote e do palhaço’: na vida é preciso ser forte e honesto, mas ao mesmo tempo brincalhão.”
“Barrabás é um símbolo de nossa civilização. É o homem que Jesus substituiu na cruz e salvou. Ele representa toda a humanidade, salva.”
A “corrente” que sentiu no set acendeu no coração de Pietro a luz de Deus.

“Nunca havia acontecido nada sequer parecido em todos os meus anos de carreira”, disse o ator numa entrevista a uma revista italiana. “Faço o possível para que aquele olhar continue sendo importante para mim todos os dias.”

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Bispo Macedo de volta á prisão


Senhor bispo Macedo,
A manhã de 16 de outubro marcou a minha vida.
Quando ouvi falar que o senhor viria pessoalmente ao nosso presídio para lançar seu livro "Nada a Perder", confesso que duvidei...
O bispo Macedo aqui neste lugar?
Um líder com a importância dele no meio de quem é mais rejeitado neste mundo?
Foi quando, por volta das 10 da manhã, vi o senhor atravessando os portões do pátio da cadeia.
Meu coração bateu mais forte!
Não exatamente por idolatrar a sua figura, mas por pensar o que isso significa para nós, que somos considerados o "lixo da sociedade".
Vivi 15 anos no mundo do crime. Pratiquei tantas barbaridades que tenho até vergonha de contar. Vergonha de mim mesmo.
Há quatro anos, decidi me converter dentro da cadeia. Estou lutando para nascer de novo.
As histórias de abandono se multiplicam na cadeia. Muitos colegas foram rejeitados pela própria mulher, pelos filhos, pelo pai e pela mãe.
Grande parte não recebe sequer uma visita. Ninguém. É possível imaginar o tamanho dessa dor?
Mas o senhor, mesmo sem nos conhecer, veio nos visitar para lançar seu livro de memórias. Não tenho palavras para expressar meu agradecimento.
Agora, o que vamos fazer é espalhar os livros por cada canto do presídio.
Vamos fazer "Nada a Perder" correr nas demais celas, nas enfermarias e nas "solitárias", os isolamentos onde ficam os presos de castigo.
Já estou com minhas "armas da fé" em punho: dezenas de exemplares da biografia doados pelos voluntários da Igreja.
A sua imagem, orando de mãos dadas com todos nós, nunca vai sair da minha cabeça.
Uma frase dita pelo senhor ficou marcada: "Se ninguém lá fora quer vocês, nós da Igreja Universal queremos!"
Eu também quero a Igreja Universal. Eu quero Deus.
Quero dar a volta por cima. Quero recomeçar.
Hoje, Deus e a visita do senhor renovaram minhas forças para seguir esse caminho.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

E SE JESUS FOSSE NEGRO?


Aconteceu na Tam, é verídico!!!
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
- 'Qual o problema, senhora?', pergunta a comissária..
- 'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'
- 'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível’.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
- 'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe
econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua: -'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe.Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável’.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
- 'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé."
MEUS PARABÉNS A TAM!

sábado, 6 de outubro de 2012

Menino de oito anos fica milionário com loja virtual de bolinhas de gude



                                        
                                        


Garoto londrino pediu permissão para iniciar seu próprio negócio e, agora, tem clientes no mundo todo
Um menino de oito anos se tornou milionário ao abrir seu próprio negócio na internet, segundo informações do site Mail Online. Harli Jordean, morador de Londres, criou um site de vendas de bolinhas de gude que tem dado a ele e sua família milhares de libras por ano.

O garoto prodígio decidiu começar o negócio quando algumas crianças mais velhas roubaram sua coleção de bolinhas de gude. Ele pediu para sua mãe lhe comprar mais bolinhas na internet, porém, os dois perceberam que não existiam muitos sites com este tipo de produto à venda. O garoto, então, pediu permissão para iniciar seu próprio negócio. Poucos meses depois, Harli já tinha um grande volume de pedidos e estava cuidando de tudo sozinho. 

Jordean aprendeu a lidar com fornecedores, pedidos e entregas logo cedo, pois o site começou a receber pedidos de diversos lugares do mundo. O pequeno empresário obteve tanto sucesso que precisou empregar sua mãe e os dois irmãos para conseguir atender a demanda de vendas do site. "Eu gosto de ser o chefe, mas gosto quando outras pessoas se envolvem no trabalho. Assim, se algo der errado não será tudo minha culpa", conta.

Segundo Tina, a mãe do menino, Harli agora quer produzir suas próprias bolinhas de gude na China para vender para lojas do mundo todo. "Ele é muito ambicioso e determinado. Algumas vezes suas ideias são tão grandiosas que nós temos que intervir. O sonho dele é ter a maior loja de bolinhas de gude do mundo",  completou. Para conhecer a loja virtual de bolinha de gude de Jordean, visite: http://marbleking.co.uk/

sábado, 22 de setembro de 2012

A PODRIDÃO NO MEIO EVANGÉLICO



Mas e os milagres que acontecem?
O milagre depende da fé de cada pessoa, a mulher hemorrágica não recebeu nenhuma oração, mas, tocou no Senhor Jesus e foi curada. A fé é o poder de Deus dentro de cada um. Lembrando que os mesmos sinais que Moisés fez diante de Faraó os magos também fizeram: ''O SENHOR tinha ordenado. Arão jogou a vara diante do faraó e seus conselheiros, e ela se transformou em serpente.
O faraó, porém, mandou chamar os sábios e feiticeiros; e também os magos do Egito fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas. ''. Êxodo 7:10-11. E o que dizer sobre tantas pessoas que são enganadas na macumba onde o encosto tira uma doença e coloca outras, ele coloca ele tira. Pregar a palavra de Deus qualquer um prega, está habilitado a pregar é outra coisa. Ninguém pode pregar ensinar o que não vive e não conhece. Deus abençoe!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Criogenia, ignorância espiritual

CRIOGENIA: É a técnica de manter cadáveres congelados anos a fio para ressuscitá-los um dia.
``E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo``
Hebreus 9:27 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Comunhão na lua


Em 1969, o homem fez mais do que pisar pela primeira 

vez no solo do satélite natural da Terra

Da Redação / Imagens: Paramount Pictures, NASA
redacao@arcauniversal.com

Com norte-americanos e admiradores de vários outros países ainda lamentando a morte do primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, em 25 de agosto, aos 82 anos, uma história que ficou por muito tempo desconhecida do grande público voltou a ser assunto.

Em 20 de julho de 1969, o mundo assistia, boquiaberto, ao sucesso da missão Apollo 11, da NASA, que levou os primeiros seres humanos ao solo do satélite natural da Terra: o recém-falecido Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin (Michael Collins, o terceiro membro da Apollo, não pisou na Lua, pois ficou no módulo de comando, na órbita lunar). Todos os telespectadores que acompanhavam o evento ao vivo puderam ouvir Armstrong, com sua voz entrecortada pelo rádio, dizer a histórica frase “É um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade”, antes de descer do último degrau da nave e pisar pela primeira vez na tão cobiçada superfície arenosa e branca.
Buzz Aldrin, em seu Twitter, escreveu, no dia 25: “Estou, com outros milhões de pessoas, em luto pela partida de Neil – um verdadeiro herói norte-americano e o melhor piloto que já conheci.”


Embora Armstrong tenha realizado um feito sem precedentes em toda a história humana, nunca foi de chamar a atenção por causa disso em toda a sua vida. Após viajar por vários países quando voltou à Terra, retirou-se para o interior de seu país, tornou-se professor universitário e dedicou-se à  família. Sempre discreto, normalmente era avesso a aparições públicas, com pouquíssimas exceções. Em uma de suas raras entrevistas, lamentou nunca ter sonhado com sua caminhada pela Lua (na foto acima, da esquerda para a direita, Armstrong, Collins e Aldrin).
Com sua morte, o parceiro Aldrin relembrou um curioso acontecimento da histórica missão espacial.
Ceia espacial
Buzz, cristão, levou a bordo um recipiente contendo pão e vinho, consagrados pelo pastor de sua igreja. Assim que o módulo alunissou, ele pediu uma pausa a Armstrong, Collins e à equipe da NASA na Terra para dar graças pelo acontecimento.
Leu, então, um trecho bíblico:
“Eu sou a videira e vós os ramos; o que permanece em Mim e Eu nele, este dá muito fruto; porque separados de Mim nada podeis fazer.”
João 15:5
Comeu do pão, e tomou do vinho.
Em um momento em que a ciência podia servir como pretexto para o ser humano se sentir autossuficiente, alguém se lembrou da humilde condição de dependente de Deus e da importância de estar com Ele.


Aldrin (em foto recente, acima, em cena do filme “Transformers – O Lado Oculto da Lua”) queria que a ceia lunar fosse transmitida ao vivo pela tevê, mas a NASA não permitiu. Não por má vontade: a agência estava respondendo a um processo na justiça, movido pela ativista ateia Madalyn Murray O’Hair, por causa de uma leitura de um trecho de Gênesis feita ao vivo em dezembro de 1968, quando a Apollo 8 circundou a órbita lunar. O’Hair foi a mesma que em 1963 entrou com uma ação para banir das escolas dos Estados Unidos as orações em sala de aula – e conseguiu.
O público só veio a saber vários anos depois que um cristão realizou uma ceia de comunhão fora do planeta.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O que limita a fé são os sentimentos

Não tendes limites em vós; mas estais limitados em vossos próprios afetos ( sentimentos ). 2ª Corintios. 6:12

Evangelista Nick Vujicic será pai

Apesar das limitações físicas, o popular servo de Deus consegue ser um homem muito feliz

O australiano Nick Vujicic (ao centro, na foto acima) é evangelista. Também já surfou (no mar mesmo, não na internet, como é comum dizer). E as ondas que pegou foram no Havaí, sonho de qualquer surfista do planeta.

Já saltou de paraquedas. Foi “maestro” por um dia para uma orquestra de 60 instrumentos. Fez acrobacias circenses. Participou de um filme hollywoodiano. Visitou comunidades muito pobres no Egito e na Índia (foto acima).
Tudo isso antes de completar 30 anos.
E anunciou no Facebook que será pai. “Minha esposa e eu estamos grávidos!!! Estamos na 13ª semana!!! Deus é muito bom!!!”
“Grande coisa”, muita gente pode pensar ao ler isso.
Acontece que Nick nasceu com uma síndrome bem rara, a de Tetra-amelia – a pessoa nasce sem os braços e as pernas.
No entanto, embora mais difícil, seus pais fizeram questão de providenciar para ele uma infância o mais próximo da normal que lhes era possível. Ele aprendeu a ler e escrever (só tem um pedacinho dos dedos do pé, com o qual consegue mover alguns objetos). Brincou de skate. Fez bagunça.
As fotos dele sorrindo quando criança não são raras. Mas isso não quer dizer que os momentos de angústia fossem raros. Já sentiu vontade de dar um fim a tudo. Sofreu bullying na escola. Tinha só 8 anos quando pensou em suicídio pela primeira vez. Já perdeu todas as forças que o moviam.
Um dia, sua mãe mostrou uma matéria num jornal sobre um homem que tinha uma vida exemplar, mesmo portador de uma síndrome rara e altamente limitadora.
Nick, ao invés orar pedindo o que pedia todos os dias – que seus membros crescessem – depois daquele texto jornalístico fez uma oração diferente: somente agradeceu a Deus por, mesmo daquele jeito, estar vivo.
Descobriu que sim, tinha uma vida. E era grato, de coração, por ela.
E escolheu entregá-la a Deus.
Cresceu, começou a trabalhar e a, acima de tudo, servir ao Senhor.
Os sorrisos tornaram-se mais frequentes. E são sorrisos luminosos, sinceros, e não só como propaganda.
Nick não precisou de pernas para ir a vários lugares levar o nome de Deus a quem precisa conhecê-Lo.
Chamá-lo de exemplo de superação é bem pouco, perto de tudo o que faz. Sempre sorrindo, dá palestras em vários países, mostrando a sua incomum alegria de viver.
Criou a organização “Vida sem Membros” (Life Without Limbs, no original), por meio da qual ajuda muita gente e consegue promover suas viagens.
O sorriso e a força do rapaz chamaram a atenção da jovem Kanae Miyahara, uma moça muito bonita.
O sorriso brilhante de Nick ganhou mais um motivo para existir. Ele e Kanae casaram-se no início deste ano. Tiveram a tradicional e romântica lua-de-mel norte-americana no Havaí.
E agora a família aumentará.
Não foram raros os votos de felicidade ao novo papai e à nova mamãe. Votos que chegam todos os dias, de vários países.
Nick conseguiu ser um exemplo.
Um exemplo de como alguém pode brilhar.
Mas não o brilho dele, e sim o brilho de Deus nele.
Sim. Nick tem muito pelo que agradecer.
E, pelo jeito, só está começando.